terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Como trabalhar fábulas

Fábulas são histórias curtas, que os personagens são animais que se comportam como seres humanos e pode ser escrita em verso ou em prosa e no fim da história tem uma moral.

Justificativa:
É maravilhoso trabalhar com fábulas! Mas o que está por trás de cada fábula? Que valores? Que mensagem há para a sua vida? Através de uma atividade com fábulas, você pode despertar nos alunos o hábito da leitura e da escrita, da criação e da produção.

Objetivos:
Favorecer o desenvolvimento criativo dos alunos, através de diferentes expressões, tais como: desenhos, músicas, produções de textos e dramatizações. 
Conhecer as fábulas que são mais comentadas em cada local. 
Refletir com os alunos os valores que são transmitidos através das fábulas.

Metodologia:
Motivar os alunos para conhecer alguns autores de fábulas (Esopo, La Fontaine, Leornado da Vinci)
Proporcionar espaço para os alunos expressarem as suas opiniões e comentários.
Conversar sobre o que é uma fábula.
Disponibilizar para os alunos diversas fábulas.
Criar fábulas através da linguagem gráfica ou escrita.

Atividades
Incentivar os alunos para que escolham uma ou duas fábulas e leiam.
Dividir a turma em grupo. Cada grupo escolhe uma fábula e dramatiza para a turma.
Criar novas fábulas com questões do dia a dia e ilustrá-las.
Montar um mural com as fábulas
Visitar os sites para conhecer outras fábulas dos autores.
Organizar com a turma um livro com as fábulas criadas.

Produção Final:
Confecção de um livro de fábulas on-line, realizado a partir dos trabalhos dos próprios alunos

Sequência didática:

1. Entregar o texto pra os alunos

2. Fazer a leitura do título

3. Perguntar se já conhecem a história e o que acham que irá acontecer ( respeitando os turnos de fala);

4. Fazer a leitura do texto ( no texto não estará escrito a moral que será tirada mais tarde com os alunos)
Após a leitura:

5. Todos discutirão partindo das seguintes questões:
 Quais personagens aparecem no texto?
 O que vocês sabem sobre esses animais?
 Na vida real os animais falam?
 Onde a história acontece?
 O que é servido nos jantares?
 Qual a diferença do jantar na casa da raposa e na casa da cegonha?

Após estas questões propor que os alunos façam uma dramatização da história e em seguida responder como se sentiram como cegonha e raposa.

6-Perguntar:
 Se você oferecesse um jantar para a raposa e a cegonha, como você serviria, para que ambas ficassem satisfeitas?
 Por que a raposa convidou a cegonha para jantar e serviu de forma que ela não conseguisse comer?
 Por que então a cegonha serviu o jantar para a raposa de forma que ela não conseguisse comer?
 Será que existem pessoas que agem como a raposa e cegonha?
 O que vocês pensam sobre essas pessoas?
 Que outro título você daria para a história?

7- Moral da história.
Escrever na lousa três morais para que os alunos identifiquem qual é a moral da história:
 Devemos sempre nos vingar
 Trate os outros da mesma forma que deseja ser tratado
 Os amigos não precisam ser bem tratados

8-Variações
montagem das palavras com alfabeto móvel: raposa e cegonha, quais letras iniciais, letras finais, cruzadinhas, caça-palavras, ligue o desenho ao nome, Identificar no texto as palavras cegonha e raposa, desenho, recorte em revista das palavras em destaque...

9-Lista
Fazer uma lista de animais e
Identificar na lista os personagens
CEGONHA
CACHORRO
COELHO
CAMELO
COBRA
RAPOSA
RATO
RINOCERONTE

10- Oralidade
LEIA A MORAL: "TRATE OS OUTROS DA MESMA FORMA QUE VOCÊ DESEJA SER TRATADO." RELATE ALGUM FATO QUE ACONTECEU NA ESCOLA QUE ESTEJA DE ACORDO COM ESSA MORAL

11- Reescrita da fábula
Objetivo: reflexão sobre a escrita.
Solicitar aos alunos que reescrevam a fábula, aproveite para enfatizar que quando escrevemos, fazemos para outras pessoas lerem e precisamos ser claros para que a mensagem seja entndida.

Projeto Contos

Periodicidade: duas vezes por semana
Duração: abril a novembro

I- Justificativa: esse gênero possibilita o contato das crianças com os livros, vídeos, fantoches e materiais diversos, ampliando o repertório dos contos infantis, podendo também bern ser trabalhado os diferentes finais de uma história, além de explorar sentimentos e emoções especiais, entretenimento e diversão, transmitir valores culturais, sociais e morais.

II- Objetivos:
• Ampliar a capacidade de criar, imaginar e produzir a partir dos contos;
• Desenvolver a oralidade por meio do conto de historias para os colegas.

III- Conteúdos:
• Fórmulas consagradas de começar e terminar contos;
• Descrições de personagens e situações, ambientes, etc.;
• Comunicação de sentimentos e emoções;
• Apresentação dos contos;
• Oralidade;
• Apreciação de figuras e imagens;
• Manipulação de livros, fantoches e fantasias.

IV- Orientação didática:
• A situação deve ser preparada para fomentar o interesse e o prazer pela leitura. É importante que o professor evidencie a relação entre o que diz e o que está escrito e que explique, e justifique, seu mode de ler.

V- Etapas previstas:
a. Seleção do conto que será lido;
b. observação do livro: tamanho, capa, ilustrações, hipóteses, etc.
c. leitura do título: o que quer dizer, antecipação do conteúdo, etc.
d. leitura enfática.
e. apresentação dos contos infantis por meio de livros.
f. após a leitura da cada conto, propôr às crianças a escrita do nome dos personagens e ou títulos.
g. as imagens dos personagens do conto podem ser associadas a seu nome escrito.
h. identificação e apreciação de trechos das histórias por meio de fitas de vídeo.
i. manipulação de fantoches e recontagem das histórias por meio de teatrinho de bonecos.
j. dramatização das histórias por meio de CDs, conheciemnto prévio completo do conto, montagem da representação, que personagens intervirão, quem os representará, materiais de decoração, vestuário, etc.

VI- Avaliação: considerar, mediante observação constante, os avanços apresentados pela criança com relação às atividades propostas.

Songa Monga e a Lagartinha

Certo dia, uma pequena lagartinha saiu a passear. Enquanto passeava, ia admirando à natureza. Havia uma linda árvore aqui, um bonito arbusto ali. No outro lado um pássaro cantando, logo após um bonito cordeirinho.

A lagartinha que se chamava Isabele, estava muito feliz no seu passeio, quando ouviu um barulhinho:

_Quá, quá, quá...

_ O que será isso? _ Pensou a lagartinha. E ela pensou alto. Foi então que ela ouviu uma voz.

_ Sou eu dona lagarta.

_ Eu quem?

_Eu. O pato Songa Monga.

_ Que nome? Songa Monga!

_ É. Songa Monga. Meu dono me colocou esse nome porque me acha muito parado, lerdo quando nado... Não gosto, mas quem sou eu para reclamar ao Homem.

_ Pra passear, não precisa tanta agilidade, assim. Vamos andar por ai. Só andar, nadar não, porque eu me afogo.

E assim, eles foram conversando distraidamente, olhando a natureza em volta.
A lagartinha, que tinha ares de professora, foi explicando:

Sabe, seu Songa Monga, o mundo já foi melhor. Houve um tempo que bebíamos a água do rio bem limpinha, os campos eram verdinhos, sem lixo e sem queimadas. O ar, que beleza! Podíamos respirar a vontade sem nos sufocarmos com a poluição da fumaça dos carros, dos cigarros, do cheiro do lixo nos terrenos vazios.

_ Lixo em terreno vazio? _Interrogou o pato, intrigado.

_ É. _ Respondeu com muita sabedoria Isabele. _ Você não sabia?

_ Amiga lagarta, costumo nadar, não tenho o hábito de ficar andando por ai. E sei muito bem o mal que a poluição faz aos patos, peixes e seres humanos que se utilizam da água. Mas lixo em terreno vazio eu não sabia...

Você não sabia por que não anda por ai. Agora o Homem coloca lixo nos terrenos vazios. Até animais mortos.

_ Eles não enterram os animais?_ Perguntou Songa Monga, que parecia não estar acreditando.

Novamente com ares de professora, Isabele explicou:

_ Alguns, não. Tem pessoas Que deixam o bichinho jogado em qualquer campinho. Já vi jogado até em calçada. Um dia desses, vi um patinho igual a você jogado no meio de um campo. Cheirava muito mal. O pior disso tudo é que tinha um menino brincando perto dele.
Os Homens têm que entenderem que isso é um desrespeito com os animais, com os vizinhos e com as crianças.

No olhar do patinho se via muita tristeza.

_ É, lagartinha. Isso é muito triste. O Homem ainda tem a ousadia de me chamar de Songa Monga....


Cleusa Regina Teixeira de Moura – 09-09-2007
Fonte: Comunidade do Orkut

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Lei do Professor

Já se perguntou por que alguns professores possuem classes que são cheias de energia e outros professores tem classes tão mortas como um cemitério? Você pode pensar que a diferença é causada pela dificuldade da disciplina, mas isto não é verdade. Um bom professor pode fazer qualquer disciplina tornar-se interessante. Ou então você talvez pode pensar que um professor nasceu com uma personalidade mais atraente do que os outros, mas qualquer professor cristão pode desenvolver uma personalidade mais atrativa, porque ele possui Cristo para o ajudar: “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Fp. 4:13). Alguns podem pensar que a idade do professor faz diferença, mas um bom professor, de qualquer idade pode fazer a sua aula interessante não importa a idade dos seus alunos. Idade não é um fator. Então qual é o fator que faz essa diferença ficar tão grande entre os professores? Em primeiro lugar, a diferença está na sua preparação. O professor que prepara a sua lição adequadamente será o professor que atrairá os estudantes para as suas aulas. Então, como um professor pode preparar a sua lição adequadamente?

Existe um pensamento circulando atualmente que um bom professor precisa somente reunir fatos verdadeiros, organizá-los adequadamente e apresentá-los de maneira interessante para estar bem preparado. Isto faz parte da sua preparação, mas há ainda mais duas partes, que são igualmente importantes, e estas partes de sua preparação são freqüentemente negligenciadas. Uma vez que são negligenciadas, a ausência destas partes destruirá à sua aula.

Assim, um professor bem sucedido deve preparar a si mesmo de três maneiras. Ele precisa preparar a sua mente, suas emoções e a sua alma. Um professor que se prepara completamente nestas três áreas se tornará um bom professor e será uma bênção para os alunos de sua classe. Mas um bom professor inicia a sua preparação muito antes que ele ensine a lição. Ele precisa de bastante tempo para se preparar adequadamente. Ele precisa ser capaz de preparar a sua mente e suas emoções em uma semana, porém levará muito mais tempo para vir a preparar a sua alma, do que preparar a sua mente e emoções, e a preparação da sua alma é muito mais séria. Qualquer professor que negligenciar a preparação de sua alma antes dele ensinar, terá uma lição bonita por fora, mas sem resultados espirituais para seus alunos.

As pessoas compreenderam a Cristo porque Ele era um professor completamente preparado. Uma vez ensinou em cima de um barco para que a multidão fosse capaz de vê-Lo e ouvi-lo. Outra vez, ensinou em uma casa tão cheia que quatro homens tiveram que descer um amigo deles pelo telhado da casa para ser curado por Cristo. Em outra ocasião, 5000 homens, sem contar mulheres e crianças, vieram das cidades e seguiram-No por terra costeando o litoral do Mar da Galiléia até um lugar distante onde Ele estava ensinando a Seus discípulos. E um tempo após, 4000 homens permaneceram com Ele por três dias para escutar o que Ele tinha a dizer, mesmo que eles tivessem já comido toda a sua provisão. Ele atraiu grandes multidões todas as vezes que ensinou.

Lucas nos diz que Jesus já estava pronto para ensinar aos doze anos de idade. Com modesta audácia Ele discutiu os negócios do Pai com os judeus doutores da lei no templo de Jerusalém, os quais estavam admirados com a Sua inteligência e respostas. O que preparou Jesus para ensinar com tão pouca idade? A resposta está em Lucas 2:40: Ele “se fortalecia em espírito”, Ele era “cheio de sabedoria” e “a graça de Deus estava sobre ele”. Ninguém pode se tornar um bom professor sem a graça de Deus. Paulo diz: “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Fp. 4:13), mas Jesus disse: “Sem mim nada podeis fazer” (Jo. 15:5). Cresça em sabedoria, em espírito e na graça de Deus para ser um bom professor.

Um professor tem uma grande responsabilidade: a de fazer com que seus alunos aprendam, mas esta responsabilidade não é totalmente dele. O professor e o aluno devem trabalhar juntos para que o aprendizado aconteça. O professor pode fazer com que seus alunos aprendam facilmente, quando segue às sete leis que governam o seu trabalho. Mas duas destas leis dependem exclusivamente da cooperação dos alunos. São elas as leis #2 e #6, as quais fazem parte da atenção do aluno e aplicação na sua vida. O aluno precisa disciplinar-se para dar uma atenção cuidadosa à lição que seu professor está dando, bem como aplicá-la à sua vida. O professor pode ajudar o aluno a ficar atento, fazendo com que a sua lição se torne interessante. Ele pode também ajudar o aluno a aplicar a lição sugerindo-lhe mudanças que precisa fazer para fazê-lo mais semelhante a Cristo. Concluindo, o professor e os alunos devem manter uma mútua cooperação se vão obter sucesso no aprendizado dentro da sala de aula.

As Sete Leis Para o Professor

Os deveres de um professor dentro da sala de aula estão expressados aqui em sete leis, as quais um professor deve seguir para fazer o seu trabalho bem feito.

1. PROFESSOR: “Ele deve conhecer o que vai ensinar com a sua MENTE, SENTIMENTOS e VIDA”.

2. ALUNO: “Ele deve atrair a ATENÇÃO dos alunos e prender o INTERESSE deles”.

3. COMUNICAÇÃO: “Ele deve usar uma linguagem comum em sua comunicação com os alunos”.

4. LIÇÃO: “Ele deve começar com fatos já CONHECIDOS pelo aluno e proceder passo a passo para os fatos NÃO CONHECIDOS”.

5. ENSINAMENTO: “Ele deve ESTIMULAR o aluno a resolver os problemas e DIRECIONÁ-LO a encontrar as fontes aonde ele pode encontrar boas respostas para resolvê-los.

6. APRENDIZADO: “Ele deve ajudar o aluno a ENTENDER e APLICAR a lição para que esta MUDE A VIDA DE SEU ALUNO”.

7. RECAPITULAÇÃO: “Ele deve recapitular a lição de várias maneiras até que esteja CLARA, EXATA e PROVEITOSA para o aluno”.